Mesmo que eu nao tivesse passado
não aguentaria ...
mesmo que eu nao tivesse futuro
me faria presente.
ao tudo.
Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Domingo, 5 de Julho de 2009
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Enfim,
o julgamento sempre se precipitou. Em chuva ou alegrias, dos eflúvios perdidos...
o tempo, tormento maior, assenta-se em nossos ombros já retorcidos
o que tento pronunciar, as vezes sempre, precipitado!
errôneo. Ao passo
de cada passo.
E o desespero,
causador do passado. resplandece agora
com as culpas e as dores
eternizadas.
admito seu tom tristonho
admito seu fim do riso
alcançar a graça íntima
o julgamento sempre se precipitou. Em chuva ou alegrias, dos eflúvios perdidos...
o tempo, tormento maior, assenta-se em nossos ombros já retorcidos
o que tento pronunciar, as vezes sempre, precipitado!
errôneo. Ao passo
de cada passo.
E o desespero,
causador do passado. resplandece agora
com as culpas e as dores
eternizadas.
admito seu tom tristonho
admito seu fim do riso
alcançar a graça íntima
Sábado, 27 de Junho de 2009
Quinta-feira, 23 de Abril de 2009
Tomo-te o mundo por sua respiração ofegante... resquício de covardia !
você ainda transparece tamanha ousadia.
???
você ainda transparece tamanha ousadia.
???
Monólogo dos pensamentos tristes...
aterrados,,, atterrorizzaddos!
fixação demente suja e vadia!
complacência do destino ! hahaha
do destino! guardo a saudade.
como se a doçura falasse por si... enfim...
atônito...
achei que mais demoraria, findar!
mostrou-se a irrealidade sã! das suas mentiras intelectualizadas!
ahhhh quanta bobagem...
o meu cantinho, mofo esverdeado, coração amarelo de tão desgastado !
ahhhh
volta-se à vida
volta-se à vida
por fim ?
Está sendo contruído agora
,diante dos olhos enfermos,
,com suor alheio,
nosso império de mentiras e sujeira
o poder do mistério vagabundo.
Como podemos aceitar o céu ? tão cruel!
Gostamos mais da suave ideia do chão...
mesmo se eu for embora agora, não encontrarei ninguem além dessas paredes úmidas de chuva.
PARE - I !
o que^ ? sem coragem
vergonha embebida em alcool. a garganta rasga todos os dilemas! engolem-se, tabus !
ritos manifestos em ínfimas passagens sem brechas !
vocÊ não consegue a realidade ?
vocÊ quer
seu mundo
por uma gota de covardia ?
Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
Geração 00 (II)
Emil Nolde - Makenstilleben 1911De um erro só, algum tarado-louco-são, talvez faça a mais sublime poesia
ou a mais mundana das vidas
o que temos para a vida poética?
nem os papeis e canetas..
Pras canções, nem mesmo os refrões!
Intrépido e colossal tapume!
O éden
, que não é jardim, fica bem longe daqui...
a uns quatro quilômetros se formos de metrô e
uns doze se formos abrindo cicatrizes já mortas nos pés.
Flores significam jardins? Corpos significam que maldade?
Significar! essa aventura de subverter.
Quando fossemos crianças-adultas
jurei aos nossos filhos que brigariamos com nossos pais.
Agora é o dente quem não fica no lugar acarretado, acorrentado.
Tão rebelde, talvez seja o tamanho da clausura, talvez o medo de escuro, talvez a vontade do obscuro, o mundo perdido por vocês... quando não for você, sou eu!
Como o assassinato na nova rua não te lembra todas as suas inquietudes ? jesus aqui não é cristo e nem um super star, é um transeunte apenas tentando atravessar a avenida...
Inseguro, ele geme... talvez por não conseguir nem viver nem morrer !
A seguradora de erros anônimos
ligou...
A cobrança sempre chega tarde em hoteis castigados na beira de estrada...
Nosso carro não tem freio nem volante...
O hotel é de madeira nobre, como um castelo sem torre.
A madereira faliu...
Os castelos estão no ar... sobre nossas cabeças
incessantes.
não quero sentir isso novamente...
onde estão os românticos agora ?
Somos todos pequenas criança mortas e esquecidas...
e mesmo quando desvendamos nossos mais íntimos segredos perdidos
Ninguém percebe...nos.
onde estão minhas habilidades infantis?
Absurdos itinerantes rompem o porvir...
quando em algum momento
beijando o passado:
Não quero ser lembrado nem pelo que sou, nem pelo que fiz!
Assim tateando essa claridade cega, papeando com as sombras de sua cabeça, brindando sozinhos... Encontramos-nos com o passado presente em nosso futuro.
Não sei como almejar mais nada... os percalços estão salvos!
O ódio e a inveja,
essas torrentes entrelaçadas, suadas... de tanta piedade.
Ao apressarmos as confissões
as perguntas se lançam
e aprendemos as não repostas...
jamais contaremos como as balas domam o céu !
Os picos e cumes, to cansado de apogeus, não nivelam ninguém por cima !
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